terça-feira, 11 de novembro de 2014

3 dicas para fazer provas de concursos públicos

   O portal de notícias Diário de Pernambuco anunciou que os concurseiros movimentam 50 bilhões de reais por ano. Esta constatação evidencia o aumento considerável nos últimos anos do número daqueles que almejam trabalhar para o governo. A concorrência aumenta, bem como o nível de dificuldade dos exames. Diante desse quadro é imprescindível que o candidato estude diligente e exaustivamente para alcançar um lugar ao sol.
   Atentando-se ao conselho supracitado o concurseiro vislumbra possibilidades reais de conseguir a aprovação desejada. Mas outro fator que será preponderante na aprovação é "saber fazer a prova". Abaixo 3 dicas para fazer uma boa prova:

  1. O candidato deve alimentar-se bem nas 24 horas que antecedem a prova, ao tempo que precisa controlar a ansiedade e o medo. O candidato que se preparou não tem porque incorrer nestes sentimentos. Lembre-se: o máximo que poderá acontecer naquela sala em que fará a prova é o concurseiro entrar desempregado e sair empregado. Concentração; nada de ansiedade, porém.
  2. O candidato deverá, em regra, iniciar a prova pelas questões sobre as quais tenha maior domínio. Você domina bem determinada disciplina? Resolva-a primeiro - assim você não correrá o risco de deixar de responder questões que poderia resolver facilmente por conta de falta de tempo no finalzinho da prova. Jamais perca pontos que são imperdíveis!
  3. Por fim, chute corretamente. Isso mesmo, chute com a maior precisão possível. Mesmo o chute não pode ser dado de forma totalmente aleatória. Observe que a tendência das provas é a de ter as alternativas "a, b, c, d e e", relativamente distribuídas em quantidades iguais. Por exemplo, em um certame composto por 60 questões, possivelmente as respostas corretas estarão distribuídas da seguinte maneira, ou pelo menos aproximadamente: 12 (doze) questões cujas respostas corretas são a alternativa "a"; 12 (doze), a "b"; 12 (doze), a "c"; 12 (doze), a "d"; e 12 (doze), a "e". Em virtude dessa constatação, sempre deixe por último para responder as questões que você definitivamente não sabe. Por quê? Porque você saberá quais foram as alternativas (a, b, c, d e e) menos marcadas, e que por conseguinte, precisam receber mais marcações para se aproximar da média observada acima.

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