O portal de notícias Diário de Pernambuco anunciou que os concurseiros movimentam 50 bilhões de reais por ano. Esta constatação evidencia o aumento considerável nos últimos anos do número daqueles que almejam trabalhar para o governo. A concorrência aumenta, bem como o nível de dificuldade dos exames. Diante desse quadro é imprescindível que o candidato estude diligente e exaustivamente para alcançar um lugar ao sol.
Atentando-se ao conselho supracitado o concurseiro vislumbra possibilidades reais de conseguir a aprovação desejada. Mas outro fator que será preponderante na aprovação é "saber fazer a prova". Abaixo 3 dicas para fazer uma boa prova:
- O candidato deve alimentar-se bem nas 24 horas que antecedem a prova, ao tempo que precisa controlar a ansiedade e o medo. O candidato que se preparou não tem porque incorrer nestes sentimentos. Lembre-se: o máximo que poderá acontecer naquela sala em que fará a prova é o concurseiro entrar desempregado e sair empregado. Concentração; nada de ansiedade, porém.
- O candidato deverá, em regra, iniciar a prova pelas questões sobre as quais tenha maior domínio. Você domina bem determinada disciplina? Resolva-a primeiro - assim você não correrá o risco de deixar de responder questões que poderia resolver facilmente por conta de falta de tempo no finalzinho da prova. Jamais perca pontos que são imperdíveis!
- Por fim, chute corretamente. Isso mesmo, chute com a maior precisão possível. Mesmo o chute não pode ser dado de forma totalmente aleatória. Observe que a tendência das provas é a de ter as alternativas "a, b, c, d e e", relativamente distribuídas em quantidades iguais. Por exemplo, em um certame composto por 60 questões, possivelmente as respostas corretas estarão distribuídas da seguinte maneira, ou pelo menos aproximadamente: 12 (doze) questões cujas respostas corretas são a alternativa "a"; 12 (doze), a "b"; 12 (doze), a "c"; 12 (doze), a "d"; e 12 (doze), a "e". Em virtude dessa constatação, sempre deixe por último para responder as questões que você definitivamente não sabe. Por quê? Porque você saberá quais foram as alternativas (a, b, c, d e e) menos marcadas, e que por conseguinte, precisam receber mais marcações para se aproximar da média observada acima.